A Vida Liberta | World Challenge

A Vida Liberta

David WilkersonApril 1, 1981

Eu estava no lobby de um hotel há poucos dias, observando pessoas desacompanhadas numa fila, entrando uma à uma numa enorme sala de banquetes. A placa da sala dizia: Festa dos Desacompanhados Criativos. Era uma tarde de domingo, o dia supostamente mais deprimente para os solitários.

Que quadro trágico. Alguns tinham dezenove, vinte anos; outros na faixa dos sessenta. Ninguém sorria. Todos pareciam ter chegado do mesmo funeral. Dava para sentir o vazio, a solidão. Havia uma terrível conscientização de tristeza em tudo. Todos se dirigiam diretamente para a mesa de bebidas, e enchiam o copo de álcool. E quatro horas mais tarde, saíam mais tristes! Passavam pela porta giratória, como dizendo: "A vida é só isso? Que deprimente!"

Mas posso lhe levar à porta de quase qualquer igreja atualmente, e lhe mostrar o mesmo quadro deprimente. Eles entram na casa de Deus, e dificilmente alguém está sorrindo. Você pode ler em seus rostos, dá para ver escrito os mesmos temores, a mesma solidão, o mesmo vazio que se vê numa festa de desacompanhados.

Fique na frente de qualquer escola na segunda feira de manhã, e observe os meninos se arrastando para as aulas. Estão de "cara comprida"; meio que dormindo, aborrecidos, e parecem sentir-se mal por "ter de ir" à escola. Ficam contando os minutos para a hora do almoço.

E a mesma coisa ocorre no horror da manhã da segunda feira no trabalho. Os funcionários agem como se estivessem numa guerra, indo para o front enfrentar um batalhão armado. Se empanturram de café até o meio dia. Ouça a conversa deles: "É isso aí cara, mais uma semana. Vamos ter de agüentar até sexta."

E agora temos o "horror dos domingos": os garotos que sofrem por serem forçados a ir à igreja; ou os pais que preferem dormir, ou que dizem às esposas: "é melhor o pastor não passar do meio dia. Tem futebol à uma da tarde, e não quero perder o começo do jogo." Dois terços das pessoas ficam olhando o relógio; o outro terço fica examinando os outros, reparando as roupas.

O mais trágico de tudo: a maioria das pessoas que freqüenta os cultos não espera receber qualquer ajuda! Estão felizes porque o culto dura só uma hora e meia. Se durasse três horas, poucos ficariam. É uma hora e meia para acalmar a consciência; uma hora e meia para manter a tradição de ir à igreja no domingo. Eles saem do jeito que entraram: chateados, preocupados, frustrados, e cheios de medo e ansiedade.

Como isso deve partir o coração de Deus! Estamos transformando Sua casa que é de libertação e oração, num lugar de cativeiro e tédio. Uma recente pesquisa nacional perguntou: "Qual é o lugar mais chato?" A maioria respondeu: "A igreja."

Meus amigos, quando a casa de Deus deixa de ser um lugar onde as pessoas podem encontrar força e libertação, ela precisa fechar as portas. Se não há grito de vitória, alegria de glória, poder libertador - ela deixou de ser a casa de Deus. Deveria ser escrita na porta a palavra "Icabod" - ou seja: "A glória se foi."

Como é triste, porém verdadeiro, que a grande maioria de todas as pessoas que Deus criou, vai morrer e irá para a eternidade sem jamais haver vivido de verdade. A maioria das pessoas simplesmente suporta a vida; a vida é uma longa briga íntima. Mesmo quando no apogeu, nunca é como acham que deveria ser. Sempre tem alguma coisa faltando. Ninguém parece saber o quê, mas todo mundo está procurando. Ficam o tempo todo em busca do que chamam "sentido da vida". Uma voz lá no fundo fica soprando: "Precisa haver algo mais. Em algum lugar deve haver algo melhor; mais do que simplesmente existir, ser carregado pelos hábitos, pecados, e fraquezas. A vida deve ser LIVRE. Não é para ela me deixar preso; ela deveria ser para libertar."

Séculos antes do nascimento de Cristo, o profeta Isaías profetizou que Deus enviaria um libertador à humanidade que traria uma vida liberta. O próprio Jesus se levantou numa sinagoga judaica um sábado e lembrou o mundo desta profecia:

"Foi lhe dado o livro do profeta Isaías. Ao abrir o livro, achou o lugar onde estava escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me para apregoar liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos, e anunciar o ano aceitável do Senhor. Fechando o livro, devolveu-o ao assistente, e assentou-se. Os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos" (Lucas 4:17-21).

Jesus estava dizendo ao mundo inteiro: "A minha missão na terra é libertar as vidas machucadas." Libertar quer dizer livrar de toda escravidão; soltar de todo cativeiro; remover tudo que oprime. Se você crê que Cristo está dizendo a verdade, então deve crer que está dizendo para você e para mim: "Fui enviado para libertar tua vida, para livrar tua vida da opressão e da escravidão. Vim para libertar o teu Espírito."

Paulo também pregou que Cristo veio para chamar todo crente à uma vida liberta:

"Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade... " (Gálatas 5:13).

"Cristo nos libertou para que sejamos de fato livres. Estai, pois, firmes e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da escravidão" (Gálatas 5:1).

Paulo pregou sobre "a liberdade da glória dos filhos de Deus" (v. Romanos 8:21).

É isso que Deus quer saber! "Mas agora, conhecendo a Deus, ou antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?" (Gálatas 4:9).

Deve ser muito frustrante para Deus, que tão poucas das criaturas Suas levem à sério a oferta que Ele faz para lhes libertar. Os filhos de Israel nunca aceitaram Sua oferta. Ele os tirou do Egito, a casa da servidão, e lhes prometeu uma vida liberta em Canaã, "mas alguns, ouvindo, rebelaram-se..." Paulo diz que não conseguiram encontrar libertação, porque a palavra que ouviram não lhes produziu nenhum bem; visto que, na verdade, não criam no que tinham ouvido. Paulo diz que a oferta de Deus para nos levar ao repouso de uma vida liberta, ainda é válida hoje.

"A promessa de Deus para que todos entrem, ainda é válida, e devemos tremer de medo porque alguns de vocês podem não conseguir entrar" (Hebreus 4:1 Parafraseando).

Como os filhos de Israel fracassaram em aceitar Sua oferta, Deus determinou um outro dia para que as pessoas experimentassem a vida liberta.

"Mas Ele fixou outra ocasião...e esta ocasião é agora..." (Hebreus 4:7 - Bíblia Viva).

"Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus" (Hebreus 4:9).

Pense no que Deus está dizendo hoje: "Se você não tiver cuidado, então assim como ocorreu com os milhões de israelitas, a sua geração passará pela vida sem entrar no repouso que prometi". Dêem uma olhada, gente. É verdade! Falhamos em alcançar este repouso em nossas vidas. Ainda estamos inquietos e com problemas. E nossa incredulidade em Sua promessa gloriosa deixa Deus indignado.

"E contra quem se indignou por quarenta anos? Não foi contra os que pecaram, cujos corpos caíram no deserto? E a quem jurou que não entrariam no seu descanso, senão aos que foram desobedientes? E vemos que não puderam entrar por causa da incredulidade" (Hebreus 3:17-19).

Por que milhões de israelitas morreram num deserto infestado de cobras, depois de viverem quarenta anos terríveis em meio ao sofrimento e à dor? Por que ficaram num deserto de desolação, quando poderiam ter entrado diretamente numa terra de onde manavam frutos, legumes, mel, e tudo que era preciso para tornar a vida bela? Por que ficaram vagando sem rumo em tendas, engolindo pó, quando poderiam ter possuído casas próprias em terras próprias?

A resposta parece incrível: era bom demais para ser verdade! Eles simplesmente não conseguiam crer que Deus os amava o suficiente para trocar seu sofrimento, por uma vida tão maravilhosa. Eles tinham ficado tão acostumados com o penar, que achavam que a vida era assim mesmo.

Os espiões que voltaram da terra prometida de paz e repouso deram-lhes todos os informes sobre a beleza da terra, sobre as fontes e as correntes de águas, sobre as vinhas, as plantações de figos, sobre as vacas leiteiras, sobre a abundância de mel, pastagens. Era tudo do jeito que Deus disse que seria!

Mas alguns espiões acrescentaram: "Mas não fiquem muito alegres com a nova vida que nos prometeram. Há um problema: na terra também há gigantes." Então o coração dos ouvintes se desfaleceu. Começaram a murmurar e a reclamar: "Eu sabia - Eu sabia! Era bom demais para ser verdade; fácil demais; parecia conto de fadas. É tudo sonho falso. Uma vida tão bonita numa terra assim tão bonita, é impossível."

Calebe gritou:

"Subamos animosamente, e possuamo-la em herança, pois certamente prevaleceremos contra ela" (Números 13:30).

Mas ouça o povo, na hora que a incredulidade assumiu o controle:

"Não poderemos atacar aquele povo; é mais forte do que nós" (Números 13:31).

Josué se levantou em meio à essa incredulidade, e Deus falou através dele num último esforço para levá-los à uma nova vida.

"Deus nos ama. Ele se deleita em nós. Ele quer nos levar para esse lugar e dá-lo para nós. Não tenham medo; não rejeitem a promessa de Deus. O Senhor está conosco. Nem mesmo gigantes poderão nos impedir"(Números 14:8,9 - Parafraseando).

Mas o povo quase o apedrejou em vez de aceitá-lo.

"Disse o Senhor a Moisés: Até quando me provocará este povo, e até quando não crerá em mim...?" (Números 14:11).

É nesta área que Deus tem trabalhado comigo ultimamente. Ele tem me feito a mesma pergunta: "David, quando é que você vai crer em Mim, e levar a sério a Minha Palavra? Quando é que vai entrar nesta vida de liberdade e de repouso que lhe prometi?" Ele está me advertindo para ser cuidadoso, antes que eu, também, não consiga entrar na vida liberta, em Sua abundante e repousante vida de liberdade.

Estamos nós prontos para finalmente crer no que Jesus disse? Ou será que a incredulidade nos roubará Suas promessas? Ele diz:

"Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve." (Mateus 11: 28-30).

Ele também diz:

"Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância" (João 10:10).

E de novo esta promessa:

"Vim para libertar todos os que sofrem" (Lucas 4:18 - Parafraseando).

Somos exatamente como os filhos de Israel. Achamos que uma vida totalmente livre do medo e da culpa é impossível. Uma vida vivida ao máximo? Uma vida com 24 horas por dia de repouso e paz na alma? Uma vida sem o peso da condenação ou sem depressão? Uma vida na presença de um Salvador amoroso e terno que se interessa por todas as minhas necessidades? Uma vida sem inquietação; sem preocupação; sem medo de cair?

Isso soa bom demais para ser verdade? Será que seria só uma provocação de Deus? De jeito nenhum! Este é exatamente o tipo de vida liberta que Cristo deseja que todos os Seus filhos tenham. Não só alguns de Seus filhos - mas todos! Não só aqueles que descobrem algum código teológico - mas todos que simplesmente confiam que Ele trará esta vida! Até o próprio Cristo admitiu que não poderia realizar nenhum milagre para os que possuíssem incredulidade.

"Façamos o nosso melhor para entrar neste lugar de repouso...cuidando-nos para não desobedecer a Deus como fizeram os filhos de Israel em sua incredulidade" (Hebreus 4:11- Parafraseando).

Não é chocante pensar que os filhos de Israel creram que Deus podia tirá-los do Egito, mas não conseguiram crer que Ele lhes poderia fazer entrar na terra prometida? Eles tinham sobrevivido à dez pragas sobrenaturais. Observaram aterrorizados a morte cobrando a vida de todos os primogênitos do Egito, sendo que nenhum dos seus morreu. Haviam testemunhado a inacreditável visão de um mar se acumulando dos dois lados, para abrir um caminho seco no meio. Eles caminharam pelo mar! Observaram impressionados o mar se fechando sobre o faraó e seu exército, afogando-os.

"Assim o Senhor salvou a Israel naquele dia das mãos dos egípcios, e Israel viu os egípcios mortos na praia do mar...o povo temeu ao Senhor, e confiaram no Senhor" (Êxodo 14:30,31).

Como Israel ficou entusiasmado! Eles agora estavam salvos! A antiga vida havia acabado; a vida nova já era deles. Dançaram em meio à alegria, cheios da expectativa de uma vida nova gloriosa numa terra de beleza e descanso.

"Tu nos fará entrar, plantando-nos nas montanhas de nossa herança, nossa terra natal, o lugar que designastes para que o habitássemos" (Números 15:17 - Parafraseando).

Seis semanas mais tarde, se viram nas profundezas do desespero! Ficaram infelizes, cheios de problemas, reclamando; haviam esquecido tudo que se relacionasse ao poder milagroso de Deus. Estavam apavorados e cheios de medo.

"Chegaram lá no dia 15 do segundo mês, depois da saída do Egito. Ali...os membros da assembléia de Israel fizeram amargas queixas a Moisés... 'Que bom se estivéssemos on Egito!' ... 'Era melhor que o Senhos nos tivesse matado lá...Mas vocês nos trouxeram a este deserto para matar toda esta gente de fome'" (Números 16:3 - Bíblia Viva).

Nos meses seguintes estas mesmas pessoas duvidaram de Deus em dez ocasiões diferentes. Deus disse: "Chega! As dúvidas deles vão lhes deixar de fora. Estes homens viram a minha glória; testemunharam os milagres que realizei no Egito e no deserto; e duvidaram de mim e me tentaram estas dez vezes. E não creram na minha promessa. Então não entrarão na terra, e suas carcassas ficarão no deserto..."

Eles haviam sido salvos, tudo bem; mas para quê? Seria para passar quarenta miseráveis anos num deserto abrasador, vivendo em pobreza espiritual, murmurando e reclamando, oprimidos por sentimentos de rejeição, depressão e sofrimento diário? Com medo de morrer, contudo não querendo viver? Vivendo sob o medo da ira de Deus?

Não é isso que Deus queria deles. Não foi para isso que Ele os salvou. Eles se atolaram naquela árida vida de cão porque perderam a fé em Deus.

Dá vontade de gritar: "Israel, acorde! Vocês não precisam viver assim. Há um lugar lindo para vocês, uma vida maravilhosa e liberta no alto das montanhas. Não sejam estúpidos! Creiam que Deus é verdadeiro!"

Até mais trágico do que isso, é que hoje tantos estão presos naquele mesmo deserto de desespero. Somos tão cegos e incrédulos quanto os antigos. Cremos que Deus nos salva na eternidade; mas não cremos que Ele nos dá vida abundante já.

Fomos avisados por Deus em termos que não deixam dúvidas, que possuímos uma vida de total descanso e libertação nos aguardando.

Jesus disse: "Não temas, ó pequeno rebanho, pois a vosso Pai agradou dar-vos o reino..." (Lucas 12:30).

Será que Jesus disse o que eu entendi? Deus quer me dar um reino? Onde está ele?

"O reino de Deus não vem com aparência visível...o reino de Deus está dentro de vós..." (Lucas17: 20,21).

Ótimo! Isso quer dizer que daqui para frente serei rico, cheio de bens, sem nada faltando? Não! É algo que você possui em seu homem interior. É uma vida liberta!

"Pois o reino de Deus não é comida nem bebida...mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo" (Romanos 14:17).

O que precisa ser feito para nos tirar desta sofrida vida de culpa, medo e depressão? O que é preciso para nos fazer ver que há uma vida muito mais gloriosa nos aguardando?

Paulo diz:

"Dando graças ao Pai que nos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz" (Colossenses 1:13).

Você quer esta vida liberta? Você crê neste instante que ela é herança sua? Crê neste instante que Deus quer desesperadamente que você a tenha? Então aceite-a pela fé! Entre nela! Reivindique-a como sua! Paulo diz: "Vocês não vêem que já sofreram o suficiente? Será que até agora não aprenderam a lição?" Em outras palavras: "Vocês não estão enjoados desta vida de medo e de tortura mental? Será que ainda não entenderam que há coisa melhor?"

"VIVERÃO pela fé!"

Simplesmente coloque sua fé naquilo que Deus disse que faria por você. Esta vida liberta feita de retidão, alegria, e paz no Espírito Santo é um presente. Não dá para você trabalhar para tê-la.

A maior de todas as alegrias é saber que você não é mais "culpado" diante de Deus. É a alegria de saber que sua fé o torna justo diante dEle.

"Bem-aventurados aqueles...cujos pecados são cobertos...Bem aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado" (Romanos 4:7,8).

Abraão se tornou o pai de nações, simplesmente porque aceitou a Palavra de Deus. Ele poderia ter duvidado, e perdido tudo.

"Entretanto, Abraão nunca duvidou. Creu em Deus, pois sua fé e sua confiança tornaram-se ainda mais fortes. Ele ainda louvou a Deus por essa bênção, antes mesmo que aquilo acontecesse. Ele estava absolutamente certo de que Deus tinha todo o poder para fazer qualquer coisa que prometesse. E foi por causa da fé que Abraão revelou que Deus perdoou seus pecados e o declarou 'sem culpa'. Agora, esta declaração magnífica - que ele foi aceito e aprovado mediante a sua fé - não foi somente para benefício de Abraão. Ela foi também para nós, assegurando-nos de que Deus nos aceitará do mesmo modo como aceitou Abraão - quando crermos nas

promessas de Deus, que trouxe Cristo Jesus, nosso Senhor, de volta à vida" (Romanos 4:20-24 - Bíblia Viva).

Cremos que Ele nos perdoa a fim de nos salvar; devemos crer que Ele nos guardará. O poder que nos salva nos guarda! A fé que trouxe Cristo para dentro de nossas vidas impede que caiamos.

"Portanto, agora, desde que fomos declarados justos à vista de Deus, pela fé em suas promessas, podemos ter na realidade paz com Ele por causa do que Jesus Cristo, nosso Senhor, fez por nós. Pois, devido à nossa fé, Ele nos colocou neste lugar do mais alto privilégio onde agora nos encontramos e nós, confiante e alegremente, ansiamos pelo dia quando realmente nos tornaremos tudo quanto Deus tem em mente que sejamos" (Romanos 5:1,2 - Bíblia Viva).

Você está enfrentado uma tentação arrasadora? Há um pecado que o assedia, que fica tentando esvaziar sua vida? Ponha-o nas mãos de Deus! Creia NESTA promessa e deixe que Ele a cumpra:

"Ora, àquele que é poderoso pra vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos jubilosos e imaculados diante da sua glória..."

Mas há também uma advertência:

"Não deram crédito às suas maravilhas...Pelo que consumiu os seus dias na vaidade, e os seus anos na angústia" (Salmo 78:32, 33).

Sofreram angústia mental, sentimento de inutilidade, e anos de angústia - tudo porque não confiaram no amor e no poder maravilhosos de Deus.

Download PDF