Zoando e Enchendo a Cara | World Challenge

Zoando e Enchendo a Cara

David WilkersonSeptember 1, 1978

O álcool é a Dalila moderna, determinada a remover da igreja as suas trancas e a roubar sua força.

Estou vendo certas coisas dentre os jovens atualmente que realmente partem o coração. Vá a quase qualquer concerto de rock e estude os milhares de jovens influenciados pela música alta. No palco, um grupo feroz e demoníaco de malucos drogados vestidos com trapos repulsivos, vomita e pula avançando com sons selváticos. Garotas berrando levantam as mãos, pedindo para serem tocadas, ou olhadas, cuspidas, ou vulgarizadas por algum movimento lascivo. É uma massa constante de corpos possuídos em movimento; cabelos e braços se agitando, pulando, caindo, tropeçando. A maioria está bêbada. Vomitam; desmaiam; caem sobre os outros num doloroso falso êxtase.

Observe-os devorando latas e latas de bebidas antes do concerto no estacionamento. Suas vans servem como bares e quartos de dormir móveis. Se torna uma corrida em direção às bebidas por parte de estudantes que propositalmente querem “pirar”. Alguns têm de ser carregados ao concerto por amigos semi-sóbrios; outros são deixados fora cobertos com arbustos, latas de lixo, embriagados e inconscientes ao meio fio, enquanto outros se curvam com dores de estômago cambaleando entre os carros estacionados. O aspecto é o de feridos de guerra sangrando e abandonados por forças em retirada.

Dentro do show, é como a antevisão do inferno, um comercial satânico anunciando “isso é que é”. A linguagem de sexo e rock punk é despejada de enormes amplificadores. É uma cachoeira gigante de imundície e insolência.

Comprimidos e maconha são passados como salva-vidas; comprimidos são engolidos com cerveja. A maconha é fumada entre grandes goles de vinho, cerveja e uisque tirados de garrafas térmicas. A bebida faz fervilhar mais os outros “baratos”. O “barato” da música, da violência, do sexo, da droga, da rebeldia – todos chegam ao ápice pelo álcool.

É uma visão tremendamente deprimente sentar-se lá entre eles, observando um mar de jovens agitados e intoxicados. De repente a coisa se clareia para você – estes garotos estão na verdade adorando dentro do santuário do Diabo. Eles idolatram aqueles artistas endemoniados, mesmo sabendo que tais são anti-Cristo, anti-Deus e anti-pátria.

Droga – álcool – mentes entorpecidas - são como argila sendo moldada pelas mãos dos demônios de vendas; e os jovens parecem cordeiros sendo levados ao matadouro. Sente-se as geladas trevas dos espíritos demoníacos a solta; quase dá para se ver o Diabo tecendo como que uma teia de aranha sobre a platéia, e um após o outro sendo envolvido. Eles agitam e retorcem o corpo como bichos tentando se libertar.

Assisti-los fazendo fila para o concerto é como ver uma procissão de funeral; o mau cheiro da morte espiritual está por toda parte. Depois de toda cerveja, das drogas, da música agitada, dos gritos e das danças eles continuam vazios e sós; carregam ao sair uma carga sobre si maior do que a que carregavam ao entrar. Chegaram na esperança de encontrar liberdade, algo para suavizar aquela dor vazia no fundo.

Em vez disso, vão embora sofrendo ainda mais. E assim saem sobre as rodas velozes de seus carros atrás de mais cerveja para o resto da noite; se o concerto não trouxe satisfação, talvez uma noite “zoando e enchendo a cara” traga. E nem mesmo a visão das trombadas de frente consegue pará-los; nem mesmo quando veem os jovens amigos sendo levados pelas ambulâncias – com sirenes ligadas. Podem assistir ao funeral de um amigo querido em total resignação, como dizendo, “Bem, pelo menos ele encontrou paz finalmente. Acabaram as buscas, as brigas – a morte o salvou do vazio”.

Soa mórbido, e é. Soa exagero, mas não é. Mas quem são mesmo estes milhares de garotos beberrões e usuários de drogas que migram como manada aos concertos, e que zoam e enchem a cara até de manhã cedo? Seriam os sem teto de rua? Prostitutas baratas? Vítimas dos guetos? Meninos pobres? Ímpios que odeiam Cristo? Não! Nada disso. A maioria deles pode lhe olhar nos olhos e professar, “Sou cristão. Frequento a Primeira Igreja. Os meus pais são bons crentes”. E é verdade. Pode-se encontrá-los qualquer domingo, sentados à igreja com suas famílias. Alguns cantam no coro; outros são ativos no trabalho da mocidade. Respeitam Deus; não estão combatendo Jesus; ocasionalmente folheiam a Bíblia.

Esses modernos beberrões dirigem por aí carros caros, vans, pickups. Na maioria das vezes seus pais não têm a menor idéia de até que ponto foram. Eles iludem os pais com ar de inocência.

O que mais me entristece em relação a estes jovens cristãos que zoam, bebem e se enganam a si mesmos é que seus pais, pastores, líderes da mocidade, e a igreja pedem tão pouco deles. A igreja, em geral, favorece seu estilo de vida na bebida. O pastor tem medo de falar contra música violenta, contra roupa espalhafatosa, contra concertos agressivos, bebedeira, sexo permissivo – medo de falar temendo que o mandem embora e tenha de sair da igreja. Líderes da mocidade colocam som no salão social da igreja para que os garotos possam alimentar seus apetites de rock pesado após uma breve reunião de oração.

Muitas vezes, o pastor, o líder da mocidade, os pais, e metade dos diáconos, não podem dizer aos jovens para se afastarem da bebida simplesmente porque eles próprios bebem; o pastor gosta do seu vinho, os pais tomam goles em coquetéis, os diáconos bebem avidamente cerveja. Esses santos no santuário que tomam um golinho são a real causa dessa onda de bebedeira que, nesse momento, varre o país, destruindo milhares de nossos melhores jovens.

Mostre-me um homem no púlpito que bebe, mesmo moderadamente, e eu lhe mostro um covarde quando chega a hora de pregar a verdade. Conheço pessoalmente outros ministros os quais não tocam numa gota de álcool, mas que têm medo de falar contra a bebida em suas igrejas – porque não querem levantar a ira de todos os membros endinheirados e influentes. Os ouvidos lhes seriam fechados, caso se levantassem como um profeta de Deus e bradassem contra a beberagem de vinho, cerveja, etc.

Onde estão os homens de Deus chamados para serem pastores, líderes dos jovens, conselheiros de jovens – onde estão os que amam suficientemente os jovens para desafiá-los frente à frente quanto aos horrores da bebida?

Fora com essa abordagem pequena e sem força moral quanto à imoralidade e à embriaguez! Fora com essa conversa boba de não querer estragar ou ofender adolescentes que zoam e enchem a cara com seus colegas de escola. Fora com essa conversa anti-bíblica e de duplo sentido, quanto à uma nova moralidade com mais liberdade para beber com moderação. Fora com todas estas mentiras de que Jesus e Paulo bebiam vinho, e que os cristãos que não estão sob a lei podem fazer o mesmo.

Deus, dê-nos ministros e pais com coragem moral suficiente para pôr um fim a esse dilúvio de permissividade que aprova a bebida e a fornicação para os jovens. Quantos mais de nossos filhos ainda terão de se tornar alcoólatras e ser consumidos antes de dizermos, “Chega!”? Quantos milhares mais de adolescentes precisam ser sacrificados nos altares da indústria de cerveja antes de nos zangarmos o suficiente para falarmos claro? O que vai ser preciso para convencer os santos que bebem um golinho de que eles se tornaram a maior pedra de tropeço que essa geração encontrou? Quando os cristãos que bebem irão despertar para o fato de que eles são o mau exemplo que enviou milhares de jovens para o caminho da embriaguez? Quando irão os ministros se conscientizar de que seu silêncio quanto a esse problema é visto como aprovação para a bebida?

Chega de cerveja com Bíblias! Chega de cristãos com coquetéis! Chega de santos que bebem um golinho! Essa geração já tem o suficiente de padrões morais frouxos permitindo um estilo de vida “vale tudo”. Eles estão cansados de pastores do evangelho que dão justificação e desculpa aos seus pecados. Eles perderam todo o respeito por igrejas e ministros que deixaram de chamá-los para “saírem do mundo e serem separados e puros”.

Essa geração precisa e quer uma mensagem que exija mais santidade, mais auto-negação, mais amor por Jesus, mais separação de um mundo degenerado. Eles não querem que algum santo, bebedor de cerveja, chegue batendo em suas costas dizendo, “Simplesmente guarde a fé – seja moderado em tudo – tenha bons pensamentos – você está bem – um pouquinho só de bebida é bom, desde que você continue na igreja e faça o bem”.

Alguém precisa dizer à essa geração da bebida e da farra, “Você está totalmente errado”. Aqui e agora, desafio todo e toda jovem lendo essa mensagem. Digo-lhe que beber qualquer tipo de bebida alcoólica – cerveja, vinho, uisque – é errado aos olhos de Deus. Não importa quantos ministros você conhece e que bebem. Não importa quantos frequentadores de igreja bebem. Não importa o quanto os seus pais bebem. Não importa se todos os políticos que se dizem cristãos bebem. Não importa se todos os seus amigos bebem. Isso não muda nada no que se refere a Deus; continua totalmente errado!

Sei que não posso pelas palavras tirar seu desejo de beber, nem posso ou tentarei conseguir isso lhe assustando; assim alguns apenas irão me desligar e se zangar. Mas você está sendo desafiado, não só por mim como ministro – mas pelo Espírito Santo de Deus. O Espírito está se movendo por toda a terra hoje, chamando os cristãos honestos à uma vida de total entrega, de completa separação da sensualidade e da luxúria, e total abstinência do álcool e da fornicação.

O álcool tem um poder misterioso. Os homens não conseguem resistir a ele quando as coisas vão mal. Ele é tão simples, tão fácil, tão aceitável socialmente – e mesmo assim, pode destruir o corpo tão certo quanto o câncer. Oferece uma paz substituta – um alívio temporário da dor – cura para as dores e o sofrimento do coração e da mente. Foi isso que ofereceram a Jesus quando Ele pendia da cruz - “algo para aliviar a dor”. Ele recusou tal bebida. Ele a detestava. Uma vida sobrenatural estava fluindo para Ele, e Ele não iria corrompê-la com um drinque oferecido pelo Diabo. Não se pode drogar Deus com álcool. E não se pode drogar nenhum de Seus verdadeiros filhos, também. Em Cristo, eles não irão querer ter nada a ver com os sacramentos de Satanás.

Metade do mundo civilizado está dopada pelo álcool. Os líderes da Rússia governam com vodca. O governo francês governa sob a influência do vinho. O nosso país é dirigido por um governo do qual a maioria dos congressistas e senadores legisla sob a influência de martinis e coquetéis. Leis são feitas sob a influência de bebidas alcoólicas.

O poder do álcool está em sua habilidade de fazer a vida da alma dormir. Ele cauteriza a consciência pelo entorpecimento, até que as “acusações” não são mais sentidas. Ele leva a alma à uma eterna procura por prazer. Seu poder misterioso reside no fato de se realimentar a si próprio; cria uma ânsia de consumir que nunca pode ser satisfeita. Arrasta as vítimas em promessas de vida e felicidade, enquanto o tempo todo as afunda num mundo escuro de demônios, desespero, e morte. Promete o céu, enquanto as empurra para o inferno.

O álcool é perigoso porque afoga o raciocínio. Torna convicções em covardia. Faz a pessoa adormecer em relação a Deus, e afasta mentes e corações das coisas espirituais. O álcool cresce no interior do homem. O que ele faz à alma é muito mais devastador do que faz ao corpo. Torna a mente espiritual numa peneira que não consegue reter as promessas de Deus. A verdade é posta em conserva até ser ejetada para fora da mente. A paixão por Deus é substituída pela paixão pelo veneno. O álcool então se torna o ópio do Diabo para drogar a humanidade de modo tão completo. Deus é esquecido.

O álcool é um aparato que os espertos usam para embotar a dor do tédio e o vazio da vida. É um método civilizado de ficar selvagem. A humanidade agora morre de medo de ficar triste e infeliz – então um “culto de animação” foi inventado pelo Diabo. Os membros desse culto são pessoas com mentes perturbadas. O álcool é a sua religião, e oferece “paz em pacotes” (de garrafas). Na realidade, é um disfarce contra a verdade!

O álcool é perigoso pois as pessoas estão sempre procurando algo para se animar; elas se veem como dentre aqueles que estão deixando passar as verdadeiras alegrias da vida – então convencem-se de que um pouco de álcool acenderá um novo brilho de luz e felicidade. Descobrem então que representar é enganar a si próprio; sem Deus no centro, tudo se torna amargo. A hora de euforia vira depressão.

O mais perigoso em relação ao álcool é que você não pode travar o desejo por ele, partindo isso de você. Só intervenção sobrenatural pode subjugar e aniquilar sua garra diabólica. É isso que o torna pecaminoso. Esse poder misterioso inerente a seus elementos é que procura escravizar, inflamar, e tornar impotentes todos os que se rendem a ele. O álcool é muito mais do que apenas uma bebida – é uma trama e um planejamento demoníaco planejados pela própria mente do Diabo, e servido ao mundo.

Algo dentro de mim grita contra a simples idéia de que Cristo Jesus alguma vez tenha bebido ou produzido bebida alcoólica; se eu não tivesse nenhuma evidência bíblica ou científica para me apoiar nisso, o que eu tenho visto com meus próprios olhos – e o que sinto em meu coração – seriam suficientes.

Entro num hospital do Brooklin para visitar um menino de quinze anos morrendo de intoxicação alcoólica. Vejo um rapaz indo para uma eternidade negra - enfermo, destruído, sem conhecimento; olhos afundados, rosto sugado – órgãos internos em falência, fígado encharcados de corrupção – aparência pálida, cabelos emaranhados. Vítor começou bebendo vinho barato quando tinha menos de dez anos; com catorze andava pelas ruas como todos os demais alcoólatras estragados. Ele dormia na rua, usando jornais como cobertor.

Vítor morreu naquele hospital abarrotado de pessoas, sem um amigo. É apenas um dos muitos moços e moças sem nome que morrem de alcoolismo nos hospitais de nossas grandes cidades. Mas quando olho para suas faces moribundas, ao ver com horror a devastação causada pelo álcool, ao orar sobre seus rostos emagrecidos – um grito sai de mim, “Oh Deus – o Teu Filho Jesus Cristo jamais poderia ter criado uma bebida que faz isso aos jovens. Jesus nunca poderia ter servido uma bebida a Seus amigos que poderia arruinar as pessoas desse jeito”.

Faça isso uma vez! Vá a qualquer necrotério público e veja os restos mortais de adolescentes que foram mortos em acidentes de auto – resultado de dirigir embriagado. Testemunhe os corpos daqueles adolescentes esparramados sobre pranchas, enquanto os pais chorando os identificam. Você, também, ficará bravo como eu. Você, também, irá se perguntar como um cristão que ama a Deus, que respeita a vida, pode algum dia tocar numa gota de álcool. Como ousamos nós identificar Jesus e Paulo com tanta destruição e horror! Como cristãos ousam beber a mesma bebida que espalha morte e terror pelo país inteiro!

Experimente aguardar no lobby de um hotel tarde da noite observando o desfile de clientes entrando e saindo de bares e clubes. Para mim, é deprimente. Na sala abarrotada e cheia de fumaça, os grupos de pessoas inquietas se amontoam tentando encontrar felicidade numa garrafa. Durante horas ficam sentados bebendo. Os divorciados sentam-se lá tentando remover o senso de derrota. O vendedor viajante enche a cara, na esperança de aliviar a solidão e a mediocridade. Os jovens e solteiros dançam e agitam em torpor alcoólico, se forçando para curtir o que sabem irá acabar como noite vazia e de depressão. A cada drinque, falam mais alto e ficam mais ousados. Encontram pequenas horas de coragem para enfrentar uma vida de medo. Pasmos observamos aquelas pessoas que falam tanto de curtir suas horas de felicidade se levantando e correndo ao banheiro – para vomitar.

Observo aqueles homens de barriga grande arrotando e entrando no banheiro masculino – e dá vontade de chorar. Seus olhos são tão tristes; sua alegria é falsa; e parece que estão gritando em busca de ajuda. Fazem tantas besteiras. Saem cambaleando do banheiro, esfregam a boca, e aí voltam ao bar para começar tudo de novo.

A hora de fechar é o espetáculo mais repugnante de todos, quando os clientes cambaleiam pelo lobby para pegar seus carros no estacionamento. Eles agem como pequenos animais assustados sendo forçados a deixar a segurança de seu lugar de alimentação. A idéia de esses motoristas bêbados pegarem estrada é assustadora. Eles mal conseguem andar, muito menos dirigir um automóvel em nossas ruas movimentadas.

Tenho assistido estes desfiles de horror várias vezes. E quanto mais os assisto, mais o meu coração diz que o puro Filho de Deus jamais poderia ser parte deste mundo. Jesus nunca iria pôr um drinque nas mãos de uma pessoa podendo levá-la à embriaguez. Suponha que Jesus tenha servido vinho fermentado no casamento de Caná. Se apenas um presente lá houvesse bebido muito, deixado a recepção do casamento e saindo, causasse um acidente na volta à casa – o que ele iria dizer ao juiz no tribunal? Ele diria, “Foi Jesus que fez isso! Ele fez aquele vinho tão bom; bebi um pouco demais – e me acidentei. Tudo aconteceu na casa de uma amiga da mãe dEle, Maria”.

Vá ao carnaval, observe as multidões de bêbados cambaleando pelas ruas. Veja as rainhas homossexuais se pavoneando em roupas femininas, segurando latas de cerveja. Veja os milhares de jovens estudantes caindo uns sobre os outros chumbados. Ouça os marechais do desfile celebrando “os deuses do álcool”. Milhares, de todo o mundo, se juntam para beber e comemorar. As ruas estão em fúria com música, danças, farra, e bebedeira. Às vezes, parece que o inferno respingou para fora de suas portas e todo mundo está em adoração ao vinho, ao uisque, e às mulheres.

Se você é um cristão triunfante, lhe deixa muito doente simplesmente ver isso acontecendo diante de seus olhos. A visão de multidões abertamente exibindo sua embriaguez é demais para corações ternos compreender. Mas uma coisa é certa – você sabe que Deus é angustiado por tudo isso – pois você sente um pouco da angústia dEle em seu próprio coração. Então você sabe, com nenhuma sombra de dúvida, que Jesus e álcool não se misturam. Ele é ofendido por aquilo que o álcool é – por aquilo que faz ao homem – e por qualquer identificação com ele.

A Bíblia alerta contra a bebida; os fatos históricos provam que ela é mortalmente prejudicial. E meu coração me diz que é pecado! Meu testemunho interior diz-me que Jesus veio para libertar dessa iniquidade e não para produzir e encorajar o seu uso.

Jesus fez vinho fermentado? Paulo usou e recomendou-o? Nem em um milhão de anos! O Espírito Santo dentro de mim confirma a convicção de meu coração. Agora, tenho o testemunho da santa palavra de Deus, a prova da ciência e a convicção de meu homem interior. Não preciso de mais provas.

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